As relações entre a escola, a tecnologia e a sociedade
Por Edla Ramos
O texto disponibilizado para leitura é uma adaptação de um outro bastante semelhante de autoria de Edla M. F. Ramos, que consta do livro recém publicado “Informática
aplicada à aprendizagem da matemática”. Este livro foi escrito para o programa de Licenciatura em Matemática à Distância oferecido pela Universidade Federal
de Santa Catarina. A autora e a Coordenação do Curso autorizaram a sua inclusão neste material.
Se este texto estivesse sendo lido por você a vinte e tantos anos atrás, uma questão
que provavelmente apareceria seria se deveríamos ou não usar as novas (nem tanto mais) tecnologias na educação.
No início da década de 80, havia o anseio de que essa tecnologia poderia produzir a massificação do ensino, descartando a necessidade do professor, ou que pudesse levar a aceleração perigosa de estágios de aprendizagem com conseqüências graves. Argumentava-se também sobre o disparate de usar microcomputadores em
escolas que eram carentes de outros tantos recursos. Hoje em dia, no entanto, já há
bastante concordância sobre o fato de que a informática deva ser incorporada ao processo educacional. Permanecem, contudo, as dúvidas sobre por que (ou sob qual perspectiva) e sobre como essa incorporação deve acontecer.
Se você também não se contenta com esse argumento, está convidado para uma reflexão mais ampla acerca do tema! Neste texto, apresento diversos argumentos para demonstrar que a superação das exclusões não vai se dar pela via da empregabilidade apenas.
A crise que estamos vivendo vai muito além do desemprego, pois estar empregado é
condição necessária, mas cada vez menos suficiente, para a cidadania.
É preciso superar a lógica da empregabilidade, pois esta não dá conta da sutileza e
da complexidade da relação entre escola, tecnologia e sociedade.
Não contribui também para a construção de uma educação para a solidariedade, para a equidade, para o consumo ecologicamente sustentável. Está impregnada por um conceito de desenvolvimento predatório e dependente.
Em síntese, como diz Hugo Assmann, não basta educar a massa trabalhadora para alimentar a máquina produtiva, é preciso educar para provocar indignação frente à aceitação conformista da relação tecnologia X exclusão. É preciso formar cidadãos aptos a construir uma sociedade solidária, principalmente quando se considera que uma sociedade sensivelmente solidária precisa ser permanentemente reconstruída. Cada geração precisa aprender a dar valor à solidariedade.
A educação para a solidariedade persistente se perspectiva como a mais avançada tarefa social emancipatória. (ASSMANN..., 1998, p. 21).
O uso ou a incorporação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nos
processos educativos tem implicações que ultrapassam de longe os muros de uma sala de aula ou de uma escola.
Afinal, estas tecnologias favoreceram grandes mudanças neste período que está sendo chamado de revolucionário.
Analisando a história da nossa civilização, percebemos que em vários momentos ocorreram mudanças revolucionárias no modo como o homem vivia.
Aprofundando a nossa análise destas revoluções históricas, percebemos que entre seus motivos estava sempre a invenção de alguma ferramenta que expandiu a nossa capacidade de ação sobre o mundo (ou sobre a nossa realidade), ou, que expandiu a nossa capacidade de comunicação e de expressão.
Tomemos como exemplo a revolução industrial com seus inventos principais: a máquina a vapor e a criação da imprensa . As novas tecnologias ampliam essas capacidades de modo extraordinário, e, por isso, a dimensão das mudanças que elas estão produzindo vem gerando profundas crises e desequilíbrios. O mercado de trabalho, que afeta a vida de todos, também vem se transformando continuamente: muitas profissões e postos de trabalho foram extintos; novos produtos são criados constantemente; há desemprego em muitos setores e falta de trabalhadores noutros.
A mutação das técnicas produtivas é acompanhada por novas formas de divisão do trabalho
e, logo também, pelo surgimento de novas classes sociais, com o desaparecimento e a perda de poder das classes precedentes, por uma mudança da composição social e das próprias relações políticas. (ROSSI apud MUSSIO, 1987, p. 20).
Muitas incertezas afligem as pessoas nessa nossa época de uso intensivo de novas
tecnologias. Dentre as questões em destaque estão:
• Como garantir a continuidade de sociedades democráticas e participativas?
• Como garantir o acesso à informação por todos e evitar o aumento das formas de controle e vigilância da mesma?
• Como conseguir eficiência econômica e evitar o desemprego em massa e mais concentração de renda?
• Como conseguir segurança pública e evitar a instalação do terror?
.Face às diferenças que se acirram, como conseguir uma sociedade com respeito
mútuo, com justiça distributiva e sem invasão da privacidade ou massificação? Novamente voltando, alguns anos atrás havia grandes expectativas sobre os efeitos
da expansão do uso destas tecnologias.
Muitos estavam bastante otimistas, mas já havia quem alertasse que não deveríamos sê-lo, pois nada está decidido a priori” (LÉVY, 1993, p. 9). Lévy (1993, p. 7) nos lembrava já em 1993 que teríamos que inventar como gostaríamos que esta nova sociedade da informação fosse, do mesmo modo que inventamos a sua tecnologia. Ele ressaltava que havia um grande descompasso e distanciamento entre “a natureza dos problemas colocados à coletividade humana pela situação mundial da evolução técnica e o estado do debate coletivo sobre o assunto.
Hoje em dia a realidade já não nos permite mais ser otimistas. É um fato bastante triste que no mundo de hoje, onde nunca tanta riqueza foi produzida, há tanto ou mais fome, doenças e injustiças do que sempre houve. Logo, tanta tecnologia por enquanto não produziu os efeitos desejados. Está ficando bastante claro que a forma de uso que damos às TIC é determinante nas respostas dadas a todas as questões que apresentamos acima.
De modo geral, pode-se dizer que a tecnologia abre muitas possibilidades, mas a determinação do que vai se tornar realidade, dentre o que é possível, é do âmbito da política.
Então, se queremos uma tecnodemocracia, vamos precisar formar os sujeitos para isso.
Precisamos pensar em alfabetização tecnológica para todos, pois quem não compreende a tecnologia não vai poder opinar sobre o que fazer com ela. Felizmente a sociedade está mais atenta sobre esta necessidade e tem buscado equipar as escolas; há também muitos projetos de inclusão digital que buscam ampliar o acesso às novas tecnologias.
Mas o quadro ainda não é satisfatório. Segundo dados de 2008 do Comitê Gestor
da Internet, no Brasil a taxa média brasileira de acesso à internet nos domicílios é
de 20%. Esse já parece ser um número interessante, mas não se pode esquecer que esta é só a taxa média, há grande diferença entre as regiões, sendo a região sudoeste a mais conectada, com 26%, e as regiões norte e nordeste as menos conectadas, com 9%. Essa diferença se propaga por qualquer critério que esteja re l a c i o n a d o com os indicadores econômicos e sociais. Uma rápida olhada nos dados ao lado permite concluir que o Brasil conectado é essencialmente urbano, bem educado, bem alimentado e branco.
É importante também considerar que a escola é um lugar especialmente adequado para a promoção da inclusão digital, uma vez que a grande maioria dos jovens a frequenta num tempo em que estão bastante abertos ao aprendizado. Além disso, o uso coletivo que ali se pode dar aos computadores torna a inclusão digital a partir das escolas um investimento socialmente relevante.
A melhor forma de combater o apartheid digital a longo prazo é investir diretamente nas escolas, de modo que os alunos possam ter acesso desde cedo às novas tecnologias. (BAGGIO, 2003).
No Brasil, o número de escolas com computadores e acesso à internet ainda está muito longe do ideal. Resultados de 2005 indicavam que o uso da internet nas escolas é ainda muito baixo. Segundo a pesquisa, apenas 5,4% da população com 10 anos de idade ou mais declarou ter usado a internet na escola.
Há outro estudo mais objetivo que aponta que das 142 mil escolas brasileiras, apenas 8% dispõe de Internet com velocidade superior a 512 Kbps. (SANTOS, 2008).
Tentando mudar esta realidade, o governo Brasileiro muito recentemente lançou o Programa Banda Larga nas Escolas, em parceria com as operadoras de telefonia fixa. O programa pretende que todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana tenham acesso à Internet banda larga (2megabits) até o final de 2010.
Suponhamos, então, que, como nação, tenhamos realizado um grande esforço e investimento e tenhamos chegado a promover a alfabetização tecnológica para todos. Ainda assim não teria sido o bastante. Vamos fazer uma comparação com a alfabetização para a escrita e a leitura. Sabemos muito bem que o que é entendido como ser alfabetizado muitas vezes é apenas ter atingido a capacidade de ler uma página impressa e de assinar o próprio nome. Sabemos que um cidadão precisa muito mais do que isso. Um cidadão precisa poder decidir sobre o que quer ler e ter acesso aos materiais que lhe interessam; precisa poder escrever com competência sobre o que desejar; e, acima de tudo, precisa, quando julgar necessário, ter assegurado o direito de ser lido.
O que queremos dizer é que a massificação de competências técnicas é necessária mas não é suficiente. É preciso mais. É preciso promover compreensão crítica sobre as tecnologias.
Piero Mussio, abordando a questão da alfabetização tecnológica, destaca:
Há dois níveis de compreensão de um instrumento tecnológico. O primeiro é o da compreensão técnica, típico dos especialistas (...) O segundo nível é o da compreensão do uso do instrumento (...) sendo capaz de avaliar, julgar o instrumento proposto não por seus mecanismos internos mas pelas suas funções (globais) externas. (MUSSIO, 1987, p. 16).
Mussio lembra que é preciso fazer crescer a consciência do significado cultural do instrumento de forma a minimizar a “delegação” de poder aos especialistas. Nesse nível de compreensão, o usuário passa a naturalmente ser ator do projeto de inserção tecnológica.
Acontece que esta atuação para se tornar explícita exige um processo trabalhoso de aprendizado, de compreensão e de adaptação.
A questão que Mussio levanta nesta problemática é: “como permitir a quem quiser usar convenientemente um artefato tecnológico informar-se, não para ser civilizado ou alfabetizado apenas, mas para melhorar a si mesmo, ativando funções críticas autônomas de avaliação de tais sistemas, por aquilo que fazem e pelo modo como fazem. (RAMOS, 1996, p. 6).
Em outras palavras, já que as novas tecnologias mudam profundamente os meios de
produção e de consumo, o que está em jogo é o controle político e social desses meios.
Illich (1976) lembra que as próprias características técnicas dos meios de produção podem tornar impossível este controle. Novamente, é preciso compreender a tecnologia para poder dizer como elas devem ser. Vemos assim que, para Illich, dominar uma ferramenta é muito mais do que aprender a usá-la, significa a garantia da possibilidade de se definir conjuntamente o que vamos fazer com elas.
A intenção com o que foi até agora dito é a de sublinhar a necessidade de criar posturas autônomas e críticas de aprendizado sobre a tecnologia. Boff (2005) explicita essa idéia dizendo que precisamos educar os sujeitos para que sejam críticos, criativos e cuidantes.
Ser crítico, para ele, é a capacidade de situar cada evento em seu contexto biográfico,
social e histórico, desvelando os interesses e as conexões ocultas entre as coisas. É ser capaz de responder: quais tecnologias servem a quem? Boff (2005, p. 9) explicita que somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos [...]; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e
alternativas consistentes.
Enfim, ser criativo significa ser capaz de recriar-se e de recriar o mundo, ou de inventar as tecnologias que queremos. Por último, e mais importante, é preciso ser cuidantes. Ser cuidante é ser capaz de perceber a natureza dos valores em jogo, de estar atentos ao que verdadeiramente interessa, discernindo que impactos nossas ideias e ações têm sobre as outras pessoas, e sobre o planeta. Sem o cuidado e a ética esvaziamos as capacidades críticas e criativas, pois, não nos esqueçamos que vivemos um tempo em que nossas ações estão em vias de inviabilizar a vida no planeta. Como já dissemos: quem não compreende não opina.
Por isso perguntamos:
Existiria um conjunto de conceitos fundamentais sobre as Tecnologias de Informação
e Comunicação (TIC) que precisariam ser dominados por todos os cidadãos?
Não temos dúvidas sobre isto nas disciplinas de matemática, de língua portuguesa,
de história etc. Quais seriam esses conceitos no caso das TIC? Alguns nos vêm à
mente: o que é digital? O que é hipertexto? Como se estrutura a Web física e logicamente?
Qual é a geopolítica da Web? O que é um banco de dados? Princípios das
linguagens de programação? O que é um computador? Estruturas hierárquicas de
classificação? Medidas de Informação (bits, gigabytes)? Transmissão de dados? Tudo o que discutimos até agora são questões que podem orientar sobre como usar
as tecnologias na escola. Elas podem ajudar a definir os currículos (seus conteúdos, objetivos
e métodos); a definir a orientação da prática pedagógica; os tipos de software educacional
que devemos usar; a formação dos professores, a organização da distribuição e
uso dos recursos computacionais etc. Enfim, elas podem ajudar a definir como o nosso
dia-a-dia na escola deverá ser reorganizado.
Mas, finalizando, precisamos considerar que o computador é também uma importante
ferramenta pedagógica que pode ajudar a desenvolver o raciocínio das pessoas. Na
verdade, acreditamos que a incorporação da tecnologia ao processo educativo cria uma
oportunidade ímpar para a estruturação e implantação de novos cenários pedagógicos.
Sabemos que o nível de interatividade dessa ferramenta tem potencial para produzir novas
e riquíssimas situações de aprendizagem. Pelo seu potencial pedagógico, podem
também ser espaço da cointegração entre disciplinas. E, por isso tudo, podem contribuir
para a valorização dos educadores e para o seu reencantamento pelo ato de educar. Além
disso, frente a essa interatividade, as debilidades da educação baseadas na transmissão,
no treino e na memória ficam tão evidentes que é difícil não percebê-las.
Piaget já nos falava que a aceitação de erros é fundamental para a construção significativa
e verdadeira do conhecimento. Sem errar não se chega ao conhecimento. É preciso
experimentar, tentar e tentar de novo. Então o professor que vai fazer o uso de novas tecnologias
de um modo proveitoso precisa perder o medo de experimentar junto com seus
alunos, precisa negar o verticalismo da sua relação com eles buscando mais confiança e companheirismo. Ninguém está aqui anunciando o fim da autoridade do professor, mas sim o abandono do autoritarismo que está intrínseco ao ensino das soluções prontas e acabadas, adotadas sem crítica nem compreensão. Nem estamos advogando que tudo precise ser reinventado, pois há muitas soluções excelentes para muitos problemas.
Não estamos também negando a importância do treino e dos exercícios de repetição no aprendizado.
Estamos sim negando o seu uso acrítico e alienado. Acreditamos que a aprendizagem
significativa e crítica que queremos ver implementadas com as novas tecnologias
pressupõem o coletivo, a cooperação entre pessoas e disciplinas e o diálogo franco e livre.
• „Por que precisamos usar a tecnologia na escola?
• „Você já apresentou esse questionamento a colegas, pais ou mesmo aos estudantes? .Caso tenha feito, que respostas ouviu?
Teria por acaso ouvido que precisamos preparar os educandos para o mercado
de trabalho?
Você ficou satisfeito com esta resposta ou pensou em outros aspectos além deste?
Convidamos você a fazer uma síntese do que foi dito.
No caso do aprendizado sobre a tecnologia, podemos então entender que, além de
aprender a usar, é preciso ser capaz de dizer para que usar e para que não usar e,
ainda, ser capaz de dizer como deve ser a tecnologia a ser usada. Levando isso em
conta sugerimos que você pense então na importância dos profissionais da educação
nesse processo.
Você e seus colegas na sua escola, já haviam sentido antes a necessidade de fazer esta reflexão? Pode anotar em que situações essa necessidade havia surgido?
aplicada à aprendizagem da matemática”. Este livro foi escrito para o programa de Licenciatura em Matemática à Distância oferecido pela Universidade Federal
de Santa Catarina. A autora e a Coordenação do Curso autorizaram a sua inclusão neste material.
Se este texto estivesse sendo lido por você a vinte e tantos anos atrás, uma questão
que provavelmente apareceria seria se deveríamos ou não usar as novas (nem tanto mais) tecnologias na educação.
No início da década de 80, havia o anseio de que essa tecnologia poderia produzir a massificação do ensino, descartando a necessidade do professor, ou que pudesse levar a aceleração perigosa de estágios de aprendizagem com conseqüências graves. Argumentava-se também sobre o disparate de usar microcomputadores em
escolas que eram carentes de outros tantos recursos. Hoje em dia, no entanto, já há
bastante concordância sobre o fato de que a informática deva ser incorporada ao processo educacional. Permanecem, contudo, as dúvidas sobre por que (ou sob qual perspectiva) e sobre como essa incorporação deve acontecer.
Se você também não se contenta com esse argumento, está convidado para uma reflexão mais ampla acerca do tema! Neste texto, apresento diversos argumentos para demonstrar que a superação das exclusões não vai se dar pela via da empregabilidade apenas.
A crise que estamos vivendo vai muito além do desemprego, pois estar empregado é
condição necessária, mas cada vez menos suficiente, para a cidadania.
É preciso superar a lógica da empregabilidade, pois esta não dá conta da sutileza e
da complexidade da relação entre escola, tecnologia e sociedade.
Não contribui também para a construção de uma educação para a solidariedade, para a equidade, para o consumo ecologicamente sustentável. Está impregnada por um conceito de desenvolvimento predatório e dependente.
Em síntese, como diz Hugo Assmann, não basta educar a massa trabalhadora para alimentar a máquina produtiva, é preciso educar para provocar indignação frente à aceitação conformista da relação tecnologia X exclusão. É preciso formar cidadãos aptos a construir uma sociedade solidária, principalmente quando se considera que uma sociedade sensivelmente solidária precisa ser permanentemente reconstruída. Cada geração precisa aprender a dar valor à solidariedade.
A educação para a solidariedade persistente se perspectiva como a mais avançada tarefa social emancipatória. (ASSMANN..., 1998, p. 21).
O uso ou a incorporação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) nos
processos educativos tem implicações que ultrapassam de longe os muros de uma sala de aula ou de uma escola.
Afinal, estas tecnologias favoreceram grandes mudanças neste período que está sendo chamado de revolucionário.
Analisando a história da nossa civilização, percebemos que em vários momentos ocorreram mudanças revolucionárias no modo como o homem vivia.
Aprofundando a nossa análise destas revoluções históricas, percebemos que entre seus motivos estava sempre a invenção de alguma ferramenta que expandiu a nossa capacidade de ação sobre o mundo (ou sobre a nossa realidade), ou, que expandiu a nossa capacidade de comunicação e de expressão.
Tomemos como exemplo a revolução industrial com seus inventos principais: a máquina a vapor e a criação da imprensa . As novas tecnologias ampliam essas capacidades de modo extraordinário, e, por isso, a dimensão das mudanças que elas estão produzindo vem gerando profundas crises e desequilíbrios. O mercado de trabalho, que afeta a vida de todos, também vem se transformando continuamente: muitas profissões e postos de trabalho foram extintos; novos produtos são criados constantemente; há desemprego em muitos setores e falta de trabalhadores noutros.
A mutação das técnicas produtivas é acompanhada por novas formas de divisão do trabalho
e, logo também, pelo surgimento de novas classes sociais, com o desaparecimento e a perda de poder das classes precedentes, por uma mudança da composição social e das próprias relações políticas. (ROSSI apud MUSSIO, 1987, p. 20).
Muitas incertezas afligem as pessoas nessa nossa época de uso intensivo de novas
tecnologias. Dentre as questões em destaque estão:
• Como garantir a continuidade de sociedades democráticas e participativas?
• Como garantir o acesso à informação por todos e evitar o aumento das formas de controle e vigilância da mesma?
• Como conseguir eficiência econômica e evitar o desemprego em massa e mais concentração de renda?
• Como conseguir segurança pública e evitar a instalação do terror?
.Face às diferenças que se acirram, como conseguir uma sociedade com respeito
mútuo, com justiça distributiva e sem invasão da privacidade ou massificação? Novamente voltando, alguns anos atrás havia grandes expectativas sobre os efeitos
da expansão do uso destas tecnologias.
Muitos estavam bastante otimistas, mas já havia quem alertasse que não deveríamos sê-lo, pois nada está decidido a priori” (LÉVY, 1993, p. 9). Lévy (1993, p. 7) nos lembrava já em 1993 que teríamos que inventar como gostaríamos que esta nova sociedade da informação fosse, do mesmo modo que inventamos a sua tecnologia. Ele ressaltava que havia um grande descompasso e distanciamento entre “a natureza dos problemas colocados à coletividade humana pela situação mundial da evolução técnica e o estado do debate coletivo sobre o assunto.
Hoje em dia a realidade já não nos permite mais ser otimistas. É um fato bastante triste que no mundo de hoje, onde nunca tanta riqueza foi produzida, há tanto ou mais fome, doenças e injustiças do que sempre houve. Logo, tanta tecnologia por enquanto não produziu os efeitos desejados. Está ficando bastante claro que a forma de uso que damos às TIC é determinante nas respostas dadas a todas as questões que apresentamos acima.
De modo geral, pode-se dizer que a tecnologia abre muitas possibilidades, mas a determinação do que vai se tornar realidade, dentre o que é possível, é do âmbito da política.
Então, se queremos uma tecnodemocracia, vamos precisar formar os sujeitos para isso.
Precisamos pensar em alfabetização tecnológica para todos, pois quem não compreende a tecnologia não vai poder opinar sobre o que fazer com ela. Felizmente a sociedade está mais atenta sobre esta necessidade e tem buscado equipar as escolas; há também muitos projetos de inclusão digital que buscam ampliar o acesso às novas tecnologias.
Mas o quadro ainda não é satisfatório. Segundo dados de 2008 do Comitê Gestor
da Internet, no Brasil a taxa média brasileira de acesso à internet nos domicílios é
de 20%. Esse já parece ser um número interessante, mas não se pode esquecer que esta é só a taxa média, há grande diferença entre as regiões, sendo a região sudoeste a mais conectada, com 26%, e as regiões norte e nordeste as menos conectadas, com 9%. Essa diferença se propaga por qualquer critério que esteja re l a c i o n a d o com os indicadores econômicos e sociais. Uma rápida olhada nos dados ao lado permite concluir que o Brasil conectado é essencialmente urbano, bem educado, bem alimentado e branco.
É importante também considerar que a escola é um lugar especialmente adequado para a promoção da inclusão digital, uma vez que a grande maioria dos jovens a frequenta num tempo em que estão bastante abertos ao aprendizado. Além disso, o uso coletivo que ali se pode dar aos computadores torna a inclusão digital a partir das escolas um investimento socialmente relevante.
A melhor forma de combater o apartheid digital a longo prazo é investir diretamente nas escolas, de modo que os alunos possam ter acesso desde cedo às novas tecnologias. (BAGGIO, 2003).
No Brasil, o número de escolas com computadores e acesso à internet ainda está muito longe do ideal. Resultados de 2005 indicavam que o uso da internet nas escolas é ainda muito baixo. Segundo a pesquisa, apenas 5,4% da população com 10 anos de idade ou mais declarou ter usado a internet na escola.
Há outro estudo mais objetivo que aponta que das 142 mil escolas brasileiras, apenas 8% dispõe de Internet com velocidade superior a 512 Kbps. (SANTOS, 2008).
Tentando mudar esta realidade, o governo Brasileiro muito recentemente lançou o Programa Banda Larga nas Escolas, em parceria com as operadoras de telefonia fixa. O programa pretende que todos os alunos das escolas públicas do ensino fundamental e médio situadas na área urbana tenham acesso à Internet banda larga (2megabits) até o final de 2010.
Suponhamos, então, que, como nação, tenhamos realizado um grande esforço e investimento e tenhamos chegado a promover a alfabetização tecnológica para todos. Ainda assim não teria sido o bastante. Vamos fazer uma comparação com a alfabetização para a escrita e a leitura. Sabemos muito bem que o que é entendido como ser alfabetizado muitas vezes é apenas ter atingido a capacidade de ler uma página impressa e de assinar o próprio nome. Sabemos que um cidadão precisa muito mais do que isso. Um cidadão precisa poder decidir sobre o que quer ler e ter acesso aos materiais que lhe interessam; precisa poder escrever com competência sobre o que desejar; e, acima de tudo, precisa, quando julgar necessário, ter assegurado o direito de ser lido.
O que queremos dizer é que a massificação de competências técnicas é necessária mas não é suficiente. É preciso mais. É preciso promover compreensão crítica sobre as tecnologias.
Piero Mussio, abordando a questão da alfabetização tecnológica, destaca:
Há dois níveis de compreensão de um instrumento tecnológico. O primeiro é o da compreensão técnica, típico dos especialistas (...) O segundo nível é o da compreensão do uso do instrumento (...) sendo capaz de avaliar, julgar o instrumento proposto não por seus mecanismos internos mas pelas suas funções (globais) externas. (MUSSIO, 1987, p. 16).
Mussio lembra que é preciso fazer crescer a consciência do significado cultural do instrumento de forma a minimizar a “delegação” de poder aos especialistas. Nesse nível de compreensão, o usuário passa a naturalmente ser ator do projeto de inserção tecnológica.
Acontece que esta atuação para se tornar explícita exige um processo trabalhoso de aprendizado, de compreensão e de adaptação.
A questão que Mussio levanta nesta problemática é: “como permitir a quem quiser usar convenientemente um artefato tecnológico informar-se, não para ser civilizado ou alfabetizado apenas, mas para melhorar a si mesmo, ativando funções críticas autônomas de avaliação de tais sistemas, por aquilo que fazem e pelo modo como fazem. (RAMOS, 1996, p. 6).
Em outras palavras, já que as novas tecnologias mudam profundamente os meios de
produção e de consumo, o que está em jogo é o controle político e social desses meios.
Illich (1976) lembra que as próprias características técnicas dos meios de produção podem tornar impossível este controle. Novamente, é preciso compreender a tecnologia para poder dizer como elas devem ser. Vemos assim que, para Illich, dominar uma ferramenta é muito mais do que aprender a usá-la, significa a garantia da possibilidade de se definir conjuntamente o que vamos fazer com elas.
A intenção com o que foi até agora dito é a de sublinhar a necessidade de criar posturas autônomas e críticas de aprendizado sobre a tecnologia. Boff (2005) explicita essa idéia dizendo que precisamos educar os sujeitos para que sejam críticos, criativos e cuidantes.
Ser crítico, para ele, é a capacidade de situar cada evento em seu contexto biográfico,
social e histórico, desvelando os interesses e as conexões ocultas entre as coisas. É ser capaz de responder: quais tecnologias servem a quem? Boff (2005, p. 9) explicita que somos criativos quando vamos além das fórmulas convencionais e inventamos maneiras surpreendentes de expressar a nós mesmos [...]; quando estabelecemos conexões novas, introduzimos diferenças sutis, identificamos potencialidades da realidade e propomos inovações e
alternativas consistentes.
Enfim, ser criativo significa ser capaz de recriar-se e de recriar o mundo, ou de inventar as tecnologias que queremos. Por último, e mais importante, é preciso ser cuidantes. Ser cuidante é ser capaz de perceber a natureza dos valores em jogo, de estar atentos ao que verdadeiramente interessa, discernindo que impactos nossas ideias e ações têm sobre as outras pessoas, e sobre o planeta. Sem o cuidado e a ética esvaziamos as capacidades críticas e criativas, pois, não nos esqueçamos que vivemos um tempo em que nossas ações estão em vias de inviabilizar a vida no planeta. Como já dissemos: quem não compreende não opina.
Por isso perguntamos:
Existiria um conjunto de conceitos fundamentais sobre as Tecnologias de Informação
e Comunicação (TIC) que precisariam ser dominados por todos os cidadãos?
Não temos dúvidas sobre isto nas disciplinas de matemática, de língua portuguesa,
de história etc. Quais seriam esses conceitos no caso das TIC? Alguns nos vêm à
mente: o que é digital? O que é hipertexto? Como se estrutura a Web física e logicamente?
Qual é a geopolítica da Web? O que é um banco de dados? Princípios das
linguagens de programação? O que é um computador? Estruturas hierárquicas de
classificação? Medidas de Informação (bits, gigabytes)? Transmissão de dados? Tudo o que discutimos até agora são questões que podem orientar sobre como usar
as tecnologias na escola. Elas podem ajudar a definir os currículos (seus conteúdos, objetivos
e métodos); a definir a orientação da prática pedagógica; os tipos de software educacional
que devemos usar; a formação dos professores, a organização da distribuição e
uso dos recursos computacionais etc. Enfim, elas podem ajudar a definir como o nosso
dia-a-dia na escola deverá ser reorganizado.
Mas, finalizando, precisamos considerar que o computador é também uma importante
ferramenta pedagógica que pode ajudar a desenvolver o raciocínio das pessoas. Na
verdade, acreditamos que a incorporação da tecnologia ao processo educativo cria uma
oportunidade ímpar para a estruturação e implantação de novos cenários pedagógicos.
Sabemos que o nível de interatividade dessa ferramenta tem potencial para produzir novas
e riquíssimas situações de aprendizagem. Pelo seu potencial pedagógico, podem
também ser espaço da cointegração entre disciplinas. E, por isso tudo, podem contribuir
para a valorização dos educadores e para o seu reencantamento pelo ato de educar. Além
disso, frente a essa interatividade, as debilidades da educação baseadas na transmissão,
no treino e na memória ficam tão evidentes que é difícil não percebê-las.
Piaget já nos falava que a aceitação de erros é fundamental para a construção significativa
e verdadeira do conhecimento. Sem errar não se chega ao conhecimento. É preciso
experimentar, tentar e tentar de novo. Então o professor que vai fazer o uso de novas tecnologias
de um modo proveitoso precisa perder o medo de experimentar junto com seus
alunos, precisa negar o verticalismo da sua relação com eles buscando mais confiança e companheirismo. Ninguém está aqui anunciando o fim da autoridade do professor, mas sim o abandono do autoritarismo que está intrínseco ao ensino das soluções prontas e acabadas, adotadas sem crítica nem compreensão. Nem estamos advogando que tudo precise ser reinventado, pois há muitas soluções excelentes para muitos problemas.
Não estamos também negando a importância do treino e dos exercícios de repetição no aprendizado.
Estamos sim negando o seu uso acrítico e alienado. Acreditamos que a aprendizagem
significativa e crítica que queremos ver implementadas com as novas tecnologias
pressupõem o coletivo, a cooperação entre pessoas e disciplinas e o diálogo franco e livre.
• „Por que precisamos usar a tecnologia na escola?
• „Você já apresentou esse questionamento a colegas, pais ou mesmo aos estudantes? .Caso tenha feito, que respostas ouviu?
Teria por acaso ouvido que precisamos preparar os educandos para o mercado
de trabalho?
Você ficou satisfeito com esta resposta ou pensou em outros aspectos além deste?
Convidamos você a fazer uma síntese do que foi dito.
No caso do aprendizado sobre a tecnologia, podemos então entender que, além de
aprender a usar, é preciso ser capaz de dizer para que usar e para que não usar e,
ainda, ser capaz de dizer como deve ser a tecnologia a ser usada. Levando isso em
conta sugerimos que você pense então na importância dos profissionais da educação
nesse processo.
Você e seus colegas na sua escola, já haviam sentido antes a necessidade de fazer esta reflexão? Pode anotar em que situações essa necessidade havia surgido?
A troca de informações ocorre em um ritmo extremamente rápido, portanto cabe a educação manter-se atualizada.Afim de atrair a atenção dos alunos e prepara-los para as modernas e competitivas relações sociais atuais.
ResponderExcluirDentro de sala de aula, além de uma ferramenta de pesquisa, a internet deve funcionar como um elemento que estimule o senso critico do aluno, além de mostrar a ele diferentes culturas, leva-los a diferentes lugares.
Este processo deve estar presente nas escolas, vindo a ampliar as possibilidade do educador no ato de ensinar e contribuindo para o desenvolvimento do aluno.
-Celina Horn
A tecnologia vem evoluindo a cada dia, proporcionando à população maior qualificação, com acesso a novas informações, fornecendo inovações intelectuais, basta alguns cliques e estamos conectados ao mundo de várias formas, viaja-se pelo mundo virtual sem sair do lugar. Um fato importante é que estas inovações não substituem o professor, apenas servem de incorporação ao processo educacional, favorecendo mudanças construtivas, auxiliando o processo de ensino aprendizagem através de metodologias que podem enriquecer o planejamento, facilitando, melhorando e aprimorando a novos conhecimentos. Mas acima de tudo, é preciso estar atualizado para viver no mundo de hoje, onde não basta informação, é preciso saber o que fazer com essas informações e arranjar estratégias evolutivas elevadas ao conceito de “conhecimento”, do contrário podemos servir de “chacota” dos próprios educandos.
ResponderExcluirProfessora Claudete Aparecida Breitenbach
Diante de tanta modernidade e mudanças na sociedade, a escola com certeza não pode ficar alheia a estas mudanças, e o avanço tecnológico é um dos métodos usados em nosso meio de aprender a ler e escrever.
ResponderExcluirNesta sociedade moderna seria impossível viver sem usar os recursos que a tecnologia oferece, sem contar no curto espaço de tempo que podemos executar qualquer tarefa, dentro de uma metodologia de organização, aparência e uma quantidade de material rica em conteúdos. Em questionamentos com colegas, também se pode perceber a importância que a tecnologia exerce sobre eles, seja na vida pessoal, no lazer ou no campo profissional, tornando-se ferramenta indispensável no cotidiano.
A inserção da tecnologia na educação não deve ser uma simples implementação de aparelhos de computadores para serem utilizados de uma maneira mecanicista, sem um planejamento que traga uma referência sobre qual sua utilidade na aprendizagem dos educandos, deve ser pensada como
Instrumento de auxilio ao processo educativo, levando em consideração a reflexão sobre como essas novas tecnologias podem ser utilizadas em beneficio do ser humano e da educação.
Rosemari G Salmoria
07/05/2011
Somente com o uso consciente da internet na escola poderemos diminuir as exclusões digitais, que ainda é alarmante.
ResponderExcluirPossibilitar aos alunos usar das tecnologias no seu máximo, implica em levar os alunos a serem críticos, criativos, autônomos, solidários, justos, valores esses esquecidos nesse mundo globalizado.
Alfabetizar os alunos para a tecnologia é necessário, para que os mesmos saibam o que querem ler e ter acesso. Escrever e ser lido com consciência disso. Conhecer as tecnologias para assim poder criticar e fazer parte como ator nesse cenário.
A grande maioria dos professores tem “medo” dessa ferramenta de apoio pedagógico.
Preparar os alunos para o mercado de trabalho se faz necessário, mas não apenas isso, é preciso prepará-los sim para uma vida em sociedade, sociedade esta mais justa e humana.
O professor é imprescindível e deve ser o mediador nesse processo.
A tecnologia vem evoluindo a cada dia, proporcionando à população maior qualificação, com acesso a novas informações, fornecendo inovações intelectuais, basta alguns cliques e estamos conectados ao mundo de várias formas, viaja-se pelo mundo virtual sem sair do lugar. Um fato importante é que estas inovações não substituem o professor, apenas servem de incorporação ao processo educacional, favorecendo mudanças construtivas, auxiliando o processo de ensino aprendizagem através de metodologias que podem enriquecer o planejamento, facilitando, melhorando e aprimorando a novos conhecimentos. Mas acima de tudo, é preciso estar atualizado para viver no mundo de hoje, onde não basta informação, é preciso saber o que fazer com essas informações e arranjar estratégias evolutivas elevadas ao conceito de “conhecimento”, do contrário podemos servir de “chacota” dos próprios educandos.
ResponderExcluirProfessora Claudete Aparecida Breitenbach
Nos dias de hoje não podemos mais viver sem esta maravilha que é os computadores. Ninguém mais vive sem estar rodeados de informações seja no radio, televisão, jornais, mas principalmente pela internet, basta um clique e já sabemos o acontece no Brasil e no mundo. Dentro da educação é uma ferramenta importantíssima, pois vai dos primeiros anos de estudo aos mais estudiosos, que necessitam desta tecnologia. A troca de informações esta no ritmo muito evolutivo, por isso cabe aos educadores estar muito bem atualizados e informados sobre a tecnologia.
ResponderExcluirDiante das perspectivas do mundo atual, do ritmo que se tomou, a escola necessita adequar-se aos moldes da sociedade globalizada.
ResponderExcluirTorna-se indispensável o uso de tecnologias em meio educacional, porém esta deve ser feita de forma consciente, sabendo utilizar as ferramentas a favor do processo de ensino e aprendizagem, aproximando-se da realidade do aluno do século XXI.
A inserção dessas tecnologias na educação necessita de um planejamento estruturado aos moldes da realidade da unidade escolar, bem como da sociedade atual e suas peculiaridades.
Entretanto o que acontece na maioria das vezes é o “medo” por parte dos profissionais da educação na hora de utilizar os meios tecnológicos. Alguns preferem ficar na zona de conforto que vivem, evitando a mudança e o aprimoramento.
Porém, o bom professor, é aquele preocupado com a educação, o que vai em busca do novo, do diferencial, do inovador, a fim de envolver e instigar o aluno no seu processo de aprendizagem, formando assim um cidadão apto a criticidade nesta nova era.
Aline Aparecida Faé Inocenti.
Olá Roselice, Ivete, Rosemari, Celina e Aline,
ResponderExcluirQue bom ver o entendimento de vocês sobre a importância das tecnologias na Escola. A simples presença delas, de fato não garante que sejam utilizadas adequadamente e nem que estejam sendo utilizadas pelos professores e alunos.
Os alunos que estão nos bancos da escola na atualidade, são os nativos digitais(gerações Z,Y e Alfa), isso significa que, se colocarmos um computador na frente deles, com certeza saberão como fazer, por tentativa e erro, ou por serem da era dos botões e não terem “medo” do novo.
Já nós, os professores, somos imigrantes digitais(a maioria geração X) e precisamos perceber nas tecnologias o potencial pedagógico de ferramentas pedagógicas, assim como, os livros, revistas, jornais, porém, em tempo real, atualizado constantemente e com muitas informações/conhecimento, como é o caso da internet.
Os objetos virtuais de aprendizagem podem contribuir muito com o trabalho do professor. Fica como sugestão um repositório de objetos do NTE: http://objetosaprendizagem.tk
Abraço a tod@s!!!!!
Neura
A tecnologia deixou há muito de ser um artigo de luxo e passou a ser uma necessidade. Sem ela a rapidez do mundo capitalista e globalizado estaria comprometida.
ResponderExcluirAo se falar do uso da tecnologia na educação, deve-se considerar todas as vantagens proporcionadas por ela a agilidade e a facilidade com a qual o ensino pode acontecer se escola tem as tecnologias ao seu alcance.
É notável que os alunos de hoje trazem consigo uma enorme bagagem de informações e conhecimentos adquiridos através do rádio, da televisão, das revistas e principalmente da internet. Por isso, é necessário que os professores estejam aptos e dispostos a utilizarem-se das tecnologias disponíveis na escola para proporcionar aulas agradáveis e interessantes, o que fará com que a aprendizagem ocorra de fato.
Toda escola precisa urgentemente contar com todos os recursos tecnológicos possíveis, pois os professores precisam receber informações e trabalhar com elas tão habilmente quanto seus alunos.
Cleonice Fatima Rosa
Na sociedade em que vivemos, é impossível negar que a tecnologia tornou-se apenas um atrativo uma nova invenção do homem, pois a mesma é uma ferramenta de grande valia ao acesso a educação, que de fato nós leva ao conhecimento e as trocas de informações constantes que a nova era nos apresenta.
ResponderExcluirNa década de 80, quando a mesma chegou às escolas, causou um grande impacto, tendo muitos comentários, entre eles, que a tecnologia iria trazer desvantagem no processo de ensino, os professores estavam sendo ameaçados, em seu papel, enquanto educadores, mais a realidade, é que todos estavam preocupados, pois não sabiam como lidar com esse novo conceito de aprendizagem.
Assim podemos destacar, falhar é humano, e temos que aprender com nossas falhas também, pois elas nos apresentam a oportunidade de uma nova tentativa, mas dessa vez buscando uma melhor forma a qual antes não fora aprendida. Todo erro leva a uma nova percepção, questões positivas e negativas que todos vamos vivenciar ao longo de nossa vida. Entretanto temer por algo desconhecido é de fator excluir a possibilidade de uma nova aprendizagem.
Assim quando refletimos sobre o texto, quanto aos medos dos educadores, percebemos a falta de preparo pedagógico com nova percepção, ou seja, seria importante não deixar de lado os livros didáticos, mas a eles aprimorar o novo conceito para uma educação, onde alunos têm acesso ao conteúdo muito antes, até mesmo do professor chegar com o tema em sala de aula, pois há uma personalidade critica que vai se formar a partir do momento em que professor e aluno compartilhem suas idéias, onde o aluno possa buscar novos conhecimentos que a tecnologia lhe apresenta.
O texto não esta querendo negar o avanço que até hoje à educação vem nos proporcionando, entretanto salienta que uma implementação com as novas tecnologias, onde possam-se observar mais o coletivo, a cooperação entre as pessoas, estabelecendo dialogo fraco e livre poderá gerar um processo de educação mais ágil e eficiente, onde possamos formar cidadãos com senso critico, formadores de opiniões em busca sempre mais de novos conhecimentos.
Atualmente os recursos tecnológicos estão cada vez mais presentes em nossas vidas, por isso,a necessidade de educadores,educandos, gestores, formadores de opiniões e cidadãos em geral empenhar - se em exigir das escolas práticas e metodologias mais afinadas com os dias atuais. Não podemos permitir que as escolas continuem sendo instituições alheias à sociedade,com métodos arcaicos que continuam reproduzindo modelos antigos de transmissões de informações e conhecimentos e principalmente sem motivações e desafios para aprender.Portanto,necessitamos transformar as escolas em espaços ricos de aprendizagens sendo eles, presenciais e digitais que motivem os alunos a aprenderem ativamente através de pesquisa e assim,saberem tomar decisões, resolverem situações problemas e principalmente interagirem coletivamente; para isso, se tornar possível em nossas escolas necessitamos fazer uso adequado das tecnologias que estão aí fazendo parte do nosso cotidiano.Lembrando,que,as tecnologias facilitam aprender em qualquer lugar e hora, permitindo flexibilizar os processos de ensinar e aprender,abrindo as escolas para o mundo e trazendo o mundo para as escolas em tempo real.As escolas não conectadas são incompletas,pois os alunos sem acesso contínuo as redes digitais estão excluídos de uma parte importantíssima do aprendizado atual,em fim,da diversificada oferta dos serviços digitais;portanto o uso das tecnologias não devem serem ignoradas nas escolas,em contrapartida,são necessários investimentos na capacitação dos educadores para que eles, entendam as especificidades desses recursos e conseqüentemente saibam aplicá -los adequadamente como ferramentas pedagógicas em prol dos educandos.
ResponderExcluirAtualmente, presenciamos diariamente uma revolução digital, na qual novas tecnologias são criadas. Em nossos anos escolares não tínhamos tanto contato, nem conhecimento sobre tal ferramenta que esta rapidamente se tornando essencial para nossa vida, ou seja, é impossível viver sem pelo menos um computador em casa ou acesso a um no trabalho.
ResponderExcluirÀs vezes me pergunto como eu, uma pedagoga que trabalha numa era de modernidade deve agir, planejar ou até mesmo ensinar como usar esta tão misteriosa, mas ao mesmo tempo maravilhosa tecnologia?
Mas sem duvida nenhuma posso afirmar que ela é de suma importância para nosso trabalho, pois o torna mais atrativo, interessante e atual, pois é possível ensinar em tempo real.
Enfim, o desafio já foi lançado e cabe a nós, educadores dos tempos modernos nos capacitar e proporcionar aos nossos alunos e que não tivemos em nossos tempos de escola, informações, novos aprendizados, novos rumos, ou seja, viver na era da modernidade.
Diante da sociedade em que vivemos e dos desafios que são propostos pela educação. Percebemos que os recursos tecnológicos devem ser vistos como mais um recurso presente no dia-a-dia dos indivíduos que fazem parte do processo de ensino aprendizagem, e que a cada momento este está evoluindo de forma mais rápida, trazendo assim muitos benefícios para a vida de educandos e professores.
ResponderExcluirNós professores precisamos entender que o futuro que nos espera será com certeza cada vez mais tecnológico, e que essa tecnologia está ocupando um espaço maior em nossas vidas de maneira acelerada a ponto de certa forma nos tornar dependente delas.
Isso pode ser observado em nossa vida, pois são muitos os benéficos oriundos do computador, e com a escola não será diferente, isto porque , o ensino torna-se mais atrativo e interessante para o aluno.
Primeiro precisamos entender que “a educação (escola) não pode ser melhor do que a qualidade de seus professores”. Porém, os estudos que mais dão resultado no mundo “high tech” são os mais curtos e objetivos, ou seja, o próprio profissional é a peça chave de uma boa educação, então, as mídias, do papiro a lousa digital, só fazem efeito se houver um profissional interessado em usá-los (e pra ter vontade própria não existe curso). Cursos são bons, mas só esperar que eles cheguem pra mudar o mundo é utopia. As capacitações são necessárias mas não são um fim, são um meio.
ResponderExcluirPor muitas vezes me questiono qual a serventia da escola no mundo “high tech.
- O que estamos fazendo para a escola se tornar atrativa?
- O que ministramos como “conteúdo”, de fato, é importante?
Ninguém educa ou prepara ninguém para a vida. Balela! Esse discurso socialista não funciona nem na China!
Essa discussão de uso de ferramentas já está atrasada. Infelizmente a classe dos professores é a mais resistente as mudanças tecnológicas, quando deveria ser exatamente o contrário. A mania que o magistério tem de acreditar que pra tudo precisa ter “um curso” é irritante. Professor que não for autodidata no mundo “high tech” está com os dias contados (como profissional).
Acredito com certeza absoluta que quando os profissionais da educação forem remunerados por mérito (como fazem o Chile e a Finlândia), a coisa comece a mudar. Caso contrário, é muito fácil entrar numa sala de aula com uma cara fechada, mandar os alunos calar a boca, encher o quadro com textos do caderno amarelado dos tempos da faculdade, falar mal do aluno no conselho de classe e por a culpa nos pais, talvez até reprová-lo no final de ano, e a no ano seguinte tudo continua igual...
A evolução tecnológica cresce a cada dia mais e a ausência desse conhecimento faz-nos distanciar gradativamente do mundo real.
ResponderExcluirA importância da reforma dos sistemas educativos deve ser apontada como uma prioridade na preparação dos cidadãos para uma sociedade pós moderna, pois a utilização das tecnologias no mundo atual, está inserida fortemente no mercado de trabalho.
A escola nada mais é do que o local propício para a inserção desta tecnologia no aprendizado.
Para isso precisa-se de planejamento adequado para a utilização dos recursos tecnológicos e profissionais preparados para garantir uma educação de qualidade com a utilização destes meios tecnológicos.
Acredito que as tecnologias nas escolas favorecem para mudanças,são ferramentas eficazes para expandir a nossa capacidade de ação sobre o mundo.As tecnologias abrem possibilidades de um bom desenvolvimento do ensino aprendizagem, desde que sejam usadas para criar posturas autônomas.
ResponderExcluirPor isso faz-se necessário os professores estarem preparados.
A sociedade contemporânea está em constantes mudanças, principalmente tecnológicas, neste sentido, a escola não pode deixar de acompanhar estas mudanças, pois nossos alunos têm um maior acesso a essas novas tecnologias. A escola precisa proporcionar atividades que favoreçam diferentes formas de interagir e se relacionar, e, entre essas possibilidades, está desenvolver nos alunos competências para atuar com a tecnologia e com a internet, no sentido de usar estas ferramentas para suas funções globais. Neste novo cenário pedagógico as situações de aprendizagem devem transcorrer tranquilamente para professores e alunos, os saberes podem e devem ser compartilhados, com um bom planejamento das aulas e conhecimento básico destas ferramentas
ResponderExcluirLiamara A. Blauth.
Os recursos tecnológicos existentes atualmente estão presentes no cotidiano da sociedade como um todo. Professores e alunos de diferentes classes sociais tem acesso aos mais variados recursos tecnologicos.
ResponderExcluirIsso nos leva a repensar o papel do professor enquanto mediaodr do processo ensino-aprendizagem, como planejar e desenvolver aulas atraentes aos olhos dos alunos?
Por isso, é necessário cada vez mais buscar cohecimento sobre diferentes forms de ensinar, sobretudo com auxílio da tecnologia, pois este pode ser o camiho para um ensino de qualidade, onde haja interação entre alunos e professor, e os educandos demonstrem mais interesse em adquirir conhecimentos que de fato lhes sejam novos.
Lidiane Bailoin
A tecnologia esta cada vez mais presente na vida de todos no entanto o uso de computadores na escola não esta tão disseminado.
ResponderExcluirAinda hoje o lugar mais habitual pelos estudantes para acessar a internet e a escola, mesmo que muitos professores não utilizam e nem recomendam a rede.
Analisa EMÍLIA FERREIRO " A grande vantagem é que a maquina nos permite experimentar infinitamente podemos voltar, refazer, trocar tudo e isso não causa nem um problema ao trabalho pois ele é 100% reversível. No entanto,precisamos ensinar a interpretar. Pois só assim vamo ajudar os alunos a construir o conhecimento de fato."
A tecnologia é importante na escola e na vida dos cidadões pois possibilita maior conhecimento de mundo,além de proporcionar um bom desenvolvimento para os alunos.
ResponderExcluirSonia
A geração atual já nasceu sob influência da tecnologia “crianças digitais” e a encara com a maior naturalidade, portanto nós professores precisamos aceitar que vivemos em uma sociedade diferente. Mais do que nunca, devemos atuar como um "facilitador" de ensino, em sintonia com as necessidades reais de seus alunos e procurando se ajustar à realidade atual.
ResponderExcluirIsso inclui estarmos capacitados para lidarmos com modernos recursos tecnológicos e procurar formas de integrá-los às atividades pedagógicas. Nós educadores, devemos nos colocar numa nova posição, o de aprendiz", pois devemos estar numa contínua transformação. E é nesse contexto de transformação que deve se localizar também a escola das "crianças digitais". Como um espaço propício à aquisição do conhecimento, e com plena consciência do potencial de cada indivíduo.
As tecnologias nas escolas vem adquirindo cada vez mais relevância no cenário da educação. Sua utilização como instrumento de aprendizagem é de fundamental importância nessa nova era tecnológica.
ResponderExcluirA tecnologia na escola necessita dispor de um currículo flexível, que relacione seus conteúdos e estratégias às questões tecnológicas, de acordo com as necessidades que surgem ao longo das atividades.
Para isso o professor precisa estar preparado, motivado a despertar no aluno o interesse pela pesquisa, sempre com o direcionamento do professor para transformar as informações em conhecimento, resultando em uma aprendizagem muito mais significativa.
Então, cabe ao professor fazer uso das novas tecnologias de um modo proveitoso, ter um planejamento adequado, com metas e objetivos claros e definidos, com metodologias adequadas em prol de uma educação de qualidade.
Cleusa Reichert
A tecnologia e importante,pois facilita transmitir conhecimento aos cidadaos e amplia o aprendizado dos alunos.O professor como mediador de conhecimentos ,cabe a ele tranmitir aos alunos uma maneira de fazer pesquisa e usar corretamente esse meio de comunicaçao .
ResponderExcluirHoje vivemos em plena era tecnológica, onde este meio é a fonte mais rica e atualizada de conhecimento.
ResponderExcluirO professor deve utilizá-la ao seu favor tornando suas aulas mais atrativas e significativas, despertando no aluno um lado investigativo, onde a partir da sala de aula o mesmo sinta-se motivado a buscar por si só novas fontes de saber.
katiusa da silva
Nos dias de hoje não podemos mais viver sem a tecnologia, e por isso devemos introduzir esta tecnologia em nossas aulas, tornando-as mais interessentes aos olhos dos nossos alunos. Muitas são as maneiras e caminhos que podemos utilizar para por a tecnologia ao nosso lado na hora de prepararmos as aulas.
ResponderExcluirAline K Borsatti
É notória a influência das novas tecnologias, ou seja, é um caminho interdisciplinar, uma aliança na área da educação, sabemos que o professor e aluno devem se apropriar do uso tanto no que se refere ao uso do computador e da internet. No entanto o impacto dessa transformação exige do professor preparo e constante atualização a essas novas possibilidades pedagógicas, ampliando o horizonte dos educadores. Sabendo que a presença das tecnologias deverá ser executada com técnicas viáveis a realidade escolar de cada um, direcionando o aluno para criação e produção como sempre fizemos!
ResponderExcluirA escola deve se apropriar dos recursos tecnológicos para preparar suas crianças e jovens para agir e empreender na sociedade e no mundo do trabalho vigentes, uma vez que a contemporaneidade exige um tipo de escola e um tipo de ensino que prepare os cidadãos para lidar com os recursos tecnológicos disponíveis (re)inventando-os e aperfeiçoando-os continuamente.
ResponderExcluirPara isso, a prática pedagógica deverá ser guiada pela utilização dos mais variados recursos tecnológicos, para a qual o professor poderá introduzir inicialmente em seu trabalho cotidiano o uso de ferramentas simples e já conhecidas, as quais propiciam “[...] maior domínio e isso passa segurança nas tarefas executadas. Nesse contexto é importante que o professor formule seu projeto pedagógico com base em tecnologias conhecidas. Isto fará grande diferença para o professor e para o aluno” (KLOCH, 2005, p. 209-210).
O mundo está mudando rapidamente e a cada dia surgem novas tecnologias.
ResponderExcluirSão inúmeros os questionamentos feitos sobre essas, que vem avançando cada vez mais em nossas vidas. Atualmente apresenta-se uma nova geração, mais desafiadora. Nossos alunos já vêm para escola agindo e interagindo com esse mundo digital.
Percebe-se que a tecnologia já faz parte do cotidiano de muitas pessoas, por isso acredito que quando o educador estiver bem preparado com esse novo mundo digital, assim como ele têm com os livros, descobrirá inúmeras maneiras de inovar seu plano de aula, possibilitando assim ao seu aluno uma educação que os motivará tanto quantos livros, filmes, internet entre outros.
Fazer o uso correto das tecnologias da informação e comunicação é preparar nosso educando com competência e habilidades para interagir na sociedade.
Vivemos na era tecnológica onde todos têm acesso as mais variadas informações, inclusive as crianças. Sabendo que essas crianças frequentam a escola e entendendo-a como espaço educativo onde a criança tem acesso ao conhecimento sistemático, onde se discute sobre os mais variados assuntos e assim os educandos formam opiniões e constroem o conhecimento selecionando informações, faz-se necessário que a escola acompanhe o desenvolvimento tecnológico e utilize o computador como instrumento de aprendizagem, tornando a aula mais atraente e mostrando através da interação professor-aluno-computador que este pode ser o caminho para que o educando se torne um pesquisador, direcionando para o bom uso do computador, sabendo discernir o que é bom do que é ruim na internet, articulando informações e tornando-se crítico diante do que lhe é apresentado.
ResponderExcluirA escola não pode ser o único local onde o aluno não use computador, pois este já faz parte da sua vida, quanto mais escola e professores resistirem a introdução do computador na sala de aula mais estarão se tornando “engessados” e perdendo a oportunidade de ensinar na era digital tornando a educação escolar como o centro da aprendizagem. Nós educadores não podemos perder espaço para a máquina e temos que utilizá-la de forma que ela faça parte do ensino de qualidade e da aprendizagem efetiva do educando na escola.
Adriana Mari Faé da Silva.
No mundo de hoje a tecnologia vive mudanças a cada dia,e essa influência na escola esta sendo encarada de suma importância tanto para os professores como para os alunos.E esses cursos no qual estamos sendo providos é de valor primordial.
ResponderExcluirO uso da tecnologia na escola possibilita novas metodologias de ensino aprendizagem aos alunos. Por meio dessas ferramentas o educando tem a possibilidade de desenvolver suas dificuldades de aprendizagem de forma diferenciada e estimulante, pois é algo diferente que pode levar o aluno a gostar de conteúdos que ele não via como importante de se aprender. As tecnologias principalmente a informática visam proporcionar os alunos o desenvolvimento crítico, autônomo, de livre escolha, diante de tantas ferramentas a serem utilizadas que vão desde jogos até criação e produção dos mais complexos projetos.
ResponderExcluirMuito já se foi colocado aos pais, através de questionário, reuniões pedagógicas, sobre a importância do uso das tecnologias na escola, e o que recebemos como resposta é de que a escola deve estimular os vários modos de aprendizagem, e muitos desses pais buscam conhecer e até aprender como funciona a aprendizagem por meio da informática por exemplo.
A escola proporciona hoje aos alunos cursos de informática e este curso se estende aos pais também. Acreditamos que precisamos preparar os alunos para o mercado de trabalho porém precisamos antes preparar o senso crítico, criativo e ético deles, pois de nada adianta alfabetizamos-os nas tecnologias se no futuro os mesmos não vão saber como utilizá-la com responsabilidade. Esse é o dever da escola, então é preciso que os educadores busquem caminhos, metodologias, ferramentas a serem melhores aproveitadas, mas para isso, é preciso que antes de tudo o professor se capacite, ou melhor, faça um curso de capacitação de informática, ou ao menos tenha uma boa base sobre o funcionamento e uso das tecnologias. É o que estamos fazendo nesse momento através do curso Introdução a Educação Digital.(linux)
Professores,
ResponderExcluirLendo os comentários de vocês, percebe-se que a totalidade tem noção da importância das tecnologias para uma educação de qualidade, onde o aluno possa aprender de forma significativa.
Não existe mais a possibilidade de negar as tecnologias, e esconder-se atrás de jargões, como: "eu não gosto disso". O nosso aluno já não é o mesmo, ele é digital, e as metodologias convencionais já não dão conta da aprendizagem. O processo precisa estar centrado mais na aprendizagem do que no ensino. Os conteúdos são disponibilizados na internet e o papel da escola muda constantemenete.
Aí temos um grande desafio, o professor precisa estar atento às mudanças e evoluir com elas. Proporcionar aulas atrativas utilizando-se de todas as tecnologias disponíveis nas escolas é o primeiro passo. Para isso, o professor precisa se apropriar das tecnologias, precisa se encantar por elas, só assim conseguirá perceber as diversas possibilidade de incluí-las com sucesso no seu planejamento.
Contudo, ninguém ensina o que não sabe, há a necessidade de atualização constante e condições para que a mudança ocorra. Vocês têm uma realidade privilegiada, aproveitem isso a favor de vocês e dos vossos alunos.
As reflexões estão muito pertinentes, vamos lá!!! Agora é mão na massa, vamos fazer acontecer!!!!!
Abraço a todos!!!
Neura
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ResponderExcluirNa sociedade atual,diante de tantas transformações e modernidades devemos usar as tecnologias como instrumento que beneficie na aquisição do conhecimento,expandindo a pesquisa e ação na educação.
ResponderExcluirA tecnologia evolui a cada instante e a escola necessita repensar a educação num sentido mais amplo como organizadora do conhecimento e articuladora do processo ensino aprendizagem.
Através da tecnologia a escola pode disponibilizar a interação entre tabalho e educação,mas educando para a vida e organizando mudanças construtivas que facilitem a mesma.
Devemos lembrar de termos cuidado com a maneira que incentivamos nossos alunos perante as tecnologias,para que não se tornem viciados e as usem com consciência.
A tecnologia atual teve uma evolução na qual a educação tende a ter que se organizar e articular um processo de aprendizagem para o aluno estar atualizado e sabendo usar dos recursos provenientes.
ResponderExcluirPodemos dizer que o mundo tecnológico contempla horizontes os quais nos possibilita o conhecimento com maior rapidez, pode-se dizer que um dos grandes avanços do homem se dá através desse novo modelo de tecnologia computadorizada, onde oferece ao homem possibilidades de conhecimento, onde ser tão fácil acesso.
ResponderExcluirDe outro lado, muitas vezes o consumo exagerado leva as pessoas a se limitarem, escravizadas por um sistema dominado pelo ideológico que a tecnologia as conduz, algumas são influenciadas a perca da criatividade, onde desenvolvem uma lógica cega e irracional.
É preciso que nós educadores, continuemo-nos apropriar cada vez mais de conhecimento na área tecnológica para conduz os trabalhos com sucesso, entretanto não devemos deixarmo-nos ser dominados pelo consumo exagerado, cabe a nos a construção e ser o centro de criatividade em nossos alunos, onde associado à tecnologia nos viabiliza inovação e conhecimento, sem esquecer que propor cio a educação é muito mais que estar envolvido a um sistema tecnológico, é fazer uso, é desenvolver senso critico e criatividade, e fazer de nossos alunos novos formadores de opiniões.
Teresinha
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